Peixes esportivos da Amazônia

Apaiari - Oscar - Acará-Açu (Astronotus ocellatus)

Distribuição Geográfica:
América do sul, Bacia do Rio Amazonas, Peru, Colômbia e Brasil, na Argentina e na Guiana Francesa.


Descri
cao:

É mais um dos peixes originários da região amazônica, que foi introduzido em algumas represas do nordeste e sudeste do país. Peixe extremamente bonito pela sua coloração abundante, onde se sobressai o seu ocelo da cauda que tem um anel na cor púrpura. Diversas manchas vermelhas enfeitam o seu corpo. Peixes de escamas. Existem duas espécies identificadas como do gênero Astronotus: A. ocellatus (bacias amazônica, Araguaia-Tocantins e Prata) e A. crassipinis (bacia amazônica). Ambas as espécies atingem cerca de 35-40cm de comprimento total e cerca de 1,5kg.

Ecologia:

Peixes onívoros, com forte tendência a carnívoros, consumindo pequenos peixes, insetos, crustáceos e frutos/sementes. Atingem a maturidade por volta de 10-12 meses e desovam mais de uma vez por ano, com cerca de 1.500-2.000 ovos por desova. Formam casais na época da reprodução e protegem a prole. Os adultos são muito apreciados como alimento e os alevinos como peixe ornamental. Muito admirado pelos aquaristas.

Habitat:
Vivem principalmente em lagos de várzea, lagoas marginais e pequenos rios de águas calmas. Não são migradores, sempre caçam junto a paus, pedras e outras estruturas;

Equipamento
:
Leve.


Iscas:

P
equenas iscas artificiais imitando minhocas, insetos e pequenos peixes, pooper, spinners. Iscas naturais - minhocas, insetos e pequenos peixes.

Dicas:

É um peixe que ataca exclusivamente na superfície ou no máximo até 50cm de água. Muito "desconfiado" com os engodos oferecidos. Saltos fora d'água são comuns quando fisgado.


Apapá - King Gold (Pellona castelnaeana)

Distribuição Geográfica:
Bacias Amazônica e Araguaia Tocantins (Pellona castelnaeana e P.flavipinnis) Bacia do Prata (incluindo Pantana (P.flavipinnis)).

Descrição:
Peixes de escamas; corpo comprimido; cabeça pequena; boca pequena, ligeiramente voltada para cima; região pré-ventral serrilhada; nadadeira adiposa e linha lateral, geralmente, ausentes. As duas espécies se diferenciam facilmente pela coloração amarelo-dourado do apapá-amarelo e prateada do apapá-branco, ambos com o dorso escuro. O apapá-amarelo atinge mais de 60cm de comprimento total; o apapá-branco é um pouco menor, chegando a 50cm.

Ecologia:
A maioria das espécies desta família é de origem marinha e estuarina. As espécies de água doce são peixes pelágicos (superfície e meia água), ocorrendo em rios, lagos e matas inundadas. Pequenos cardumes de apapá são comuns em corredeiras. As duas espécies podem ser encontradas juntas, sendo que o apapá-amarelo é mais comum. Alimentam-se de pequenos peixes na superfície da água, durante as horas crepusculares. O apapá é considerado um peixe de 2ª classe, não sendo importante nas capturas comerciais.

Equipamentos:
Equipamento de resistência leve e ação rápida são os mais indicados para se fisgar esses peixes; linhas de 10 a 12 lb.; anzóis pequenos.

Iscas:
Podem ser capturados com iscas naturais, peixes pequenos ou em pedaços iscados sem chumbo, e artificiais como plugs de meia água, pequenas colheres e spinners.(raramente atacam na superfície).

Dicas:
O pescador precisa ter muita atenção, porque, quando fisgados, esses peixes costumam saltar fora d'água, escapando com facilidade.


Aruanã - Arowana (Osteoglossum bicirrhosum)

Distribuição Geográfica:
Bacias Amazônica e Araguaia-tocantins.

Black Arowana (Osteoglossum ferreirai) - América do Sul: Bacia do rio Negro.

Descrição:
Peixe de escamas; corpo muito alongado e comprimido; boca enorme; língua óssea e áspera, como a do pirarucu; barbilhões na ponta do queixo; escamas grandes; coloração branca, mas as escamas ficam avermelhadas na época da desova. Alcança cerca de 1m de comprimento total e mais de 5,5kg. No rio Negro também ocorre uma outra espécie O. ferreirai de coloração mais escura.

Ecologia:
O aruanã vive na beira dos lagos, ao longos dos igapós ou dos capins aquáticos, sempre à espreita de insetos (principalmente besouros) e aranhas que caem na água. É provavelmente o maior peixe do mundo cuja dieta é constituída principalmente por insetos e aranhas. Nada logo abaixo da superfície com os barbilhões projetados para a frente, mas a função dos barbilhões ainda é desconhecida. Em águas pouco oxigenadas, os barbilhões podem ser utilizados para conseguir oxigênio na superfície da água. O aspecto mais característico do comportamento alimentar do aruanã é a habilidade de saltar fora da água e apanhar as presas ainda nos troncos, galhos e cipós. Um indivíduo adulto pode saltar mais de 1 metro fora d'água. A espécie se reproduz durante a enchente, e os machos guardam os ovos e larvas na boca (os barbilhões também servem para guiar as larvas até à boca do macho quando saem para se alimentar). Os alevinos alcançam alto valor comercial como peixe ornamental.

Equipamentos:
O equipamento deve ser do tipo médio; linhas 12, 14 e 17 lb.; anzóis 1/0 a 3/0.

Iscas:
Esse peixe pode ser capturado tanto com iscas naturais (peixes, camarão, insetos etc.) quanto artificiais, como plugs de superfície e meia água e colheres.

Dicas:
É mais fácil capturar o aruanã na beira dos lagos e lagoas, nas proximidades de troncos e plantas aquáticas. O aruanã costuma dar saltos espetaculares quando capturado, e o pescador precisa ter muita atenção ao retirar o anzol do peixe para não se ferir.


Bicuda - Spotted pike-characin (Boulengerella cuvieri)
Filme YouTube
Distribuição Geográfica:
Bacias amazônica e Araguaia-Tocantins.


Descrição:
Peixes de escamas; corpo alongado e roliço; boca pontuda e bastante dura, o que dificulta a fisgada; nadadeira dorsal localizada na metade posterior do corpo. O padrão de coloração varia de espécie para espécie, sendo que B. ocellata apresenta uma mancha na base da nadadeira caudal. Os maiores exemplares podem atingir cerca de 1m de comprimento total e 6kg de peso.

Ecologia:
Peixes pelágicos, superfície e meia água, encontrados em áreas de correnteza ao longo da beira dos rios, boca de igarapés e nos lagos. Não formam grandes cardumes e não fazem migrações de desova. B. ocellata é uma espécie piscívora e extremamente voraz. É altamente esportiva, pois salta muitas vezes fora d'água antes de se entregar, mas não tem importância comercial.

Equipamentos:
Os equipamentos médio e médio/pesado são os mais empregados e as varas devem ser de ação rígida, já que a cartilagem da boca é bem difícil de ser perfurada. As linhas devem ser de 14, 17 ou 20 lb. e os anzóis de n° 3/0 a 5/0.

Iscas:
Iscas artificiais, como plugs de superfície e meia água, colheres e spinners, são as mais utilizadas na captura da bicuda, que também ataca iscas naturais, como peixinhos e pedaços de peixe.

Dicas:
O anzol deve estar bem afiado, porque se o peixe não for bem fisgado pode se desvencilhar do anzol durante os saltos.


Cachorra - Payara (Hydrolycus scomberoides)

Distribuição Geográfica:
Bacias amazônica e Araguaia-Tocantins. Existem quatro espécies de Hydrolycus descritas: H. scomberoides ocorre no rio Amazonas e tributários do rio Tapajós; H. wallacei ocorre no rio Negro e na parte superior da bacia do rio Orinoco; H. armatus e H. tatauaia ocorrem na bacia amazônica, bacias dos rios Tocantins e Capim, rio Essequibo (Guiana) e bacia do rio Orinoco.

Descrição:
Peixe com escamas diminutas; corpo alto e comprimido. A boca é oblíqua com uma fileira de dentes e um par de presas na mandíbula. As presas são tão grandes que a maxila superior possui dois buracos para acomodá-los quando a boca está fechada. Nadadeiras peitorais grandes. Coloração prata uniforme com uma mancha preta alongada atrás do opérculo. As maiores espécies são H. armatus e H. tatauaia que podem alcançar mais de 1m de comprimento total.

Ecologia:
Peixe de meia água, ocorrendo em canais e praias de rios, lagos e na mata inundada. Em corredeiras e cachoeiras, é facilmente encontrada nos "remansos" destas. Espécie piscívora que ataca presas relativamente grandes, às vezes atingindo cerca de 40-50% do comprimento total do predador. Atinge a primeira maturação com cerca de 27cm de comprimento e a reprodução ocorre de novembro a abril. Realiza migração reprodutiva a grandes distâncias rio acima. Não é importante comercialmente.

Equipamentos:
O equipamento empregado é do tipo médio e médio/pesado; linhas de 14, 17, 20 e 25 lb.; e anzóis de n° 4/0 a 6/0. É recomendável o uso de empates de aço de pelo menos 20cm, pois esse peixe possui dentes muito afiados.

Iscas:
Pode ser capturado com pequenos peixes inteiros ou em pedaços e com iscas artificiais, como plugs de meia água (barbelas longas), poppers e hélices.

Dicas:
Costuma saltar fora d'água quando é fisgado, mas tende a se cansar com facilidade. O pescador deve ter cuidado ao soltar esse peixe, por causa dos dentes afiados. Não tem o hábito de procurar enroscos, o que facilita a captura.


Pirapitinga - Red-bellied Pacu (Piaractus brachypomus)

Distribuição Geográfica:
Bacias amazônica e Araguaia-Tocantins.

Descrição:
Peixe de escamas; corpo romboidal, alto e comprimido; nadadeira adiposa sem raios; cabeça pequena; dentes molariformes. A coloração é cinza arroxeado uniforme nos adultos e cinza claro com manchas alaranjadas nos jovens. Pode alcançar 80cm de comprimento total e 20kg, embora exemplares desse porte não sejam comuns.

Ecologia:
Espécie herbívora, com tendência a frugívora. Permanece nos rios durante a época de seca e entra nos lagos, lagoas e matas inundadas durante as cheias, onde é comum encontrá-la debaixo das árvores se alimentando dos frutos/sementes que caem na água. É importante nas pescarias comerciais e na pesca esportiva.

Equipamentos:
Os equipamentos mais recomendados são do tipo médio/pesado e pesado para os grandes exemplares. As linhas devem ser de 17, 20, 25 e 30 lb. Deve-se usar empates curtos, por causa dos dentes e da boca pequena da pirapitinga. Os anzóis devem variar dos n°s 2/0 a 8/0.

Iscas:
As iscas devem ser frutos/sementes da região, as preferidas pela espécie, e minhocuçu.

Dicas:
A pesca com anzol é mais fácil quando o peixe está "batendo". A isca de minhocuçu, por exemplo, deve ser arremessada na batida do peixe. Faça uma "çeva" com sangue bovino e use pequenos pedaços de coração bovino como isca (não use peso).

 

Matrinxã (Brycon amazonicus)

Distribuição Geográfica:

Bacias amazônica e Araguaia-Tocantins.



Descrição:
Peixe de escamas; corpo alongado, um pouco alto e comprimido. A coloração é prateada, com as nadadeiras alaranjadas, sendo a nadadeira caudal escura. Apresenta uma mancha arredondada escura na região umeral. Os dentes são multicuspidados dispostos em várias fileiras na maxila superior. Pode alcançar 80cm de comprimento total e 5kg.

Ecologia:
Espécie onívora: alimenta-se de frutos, sementes, flores, insetos e, ocasionalmente, de pequenos peixes. Realiza migrações reprodutivas e tróficas. Nos rios de água clara, é comum ver cardumes de matrinxã, se alimentando debaixo das árvores, ao longo das margens.

Equipamentos:
Equipamento do tipo médio, com linhas de 10 a 17 lb. e anzóis de n° 2/0 a 6/0.

Iscas:
Iscas artificiais, como colheres e plugs; iscas naturais, frutos, flores, insetos, minhoca, coração e fígado de boi em tirinhas.

Dicas:
Pode ser encontrada nas corredeiras e remansos dos rios. Quando fisgada, a tendência é levar a isca para cima.


Piranha - Black Piranha (Serrasalmus rhombeus)

Distribuição Geográfica:
Bacias Amazônica, Orinoco,  Araguaia-Tocantins,  e no nordeste e sudeste do Brasil, onde foi introduzida.

Descrição:
Peixe de escamas; corpo romboide e um pouco comprimido; mandíbula saliente e dentes afiados. A coloração é uniforme, variando do cinza ao preto nos indivíduos adultos; os jovens são mais claros com manchas escuras. Alcança 40cm de comprimento e é a maior piranha da Amazônia.

Ecologia:
A piranha preta ocorre em rios de águas claras e pretas e os indivíduos são solitários. Espécie carnívora, alimenta-se de peixes e invertebrados.

Equipamentos:
Equipamento do tipo médio; linhas de 14, 17 e 20 lb.;e, anzóis de n° 3/0 a 6/0.

Iscas:
Peixes em pedaços, vísceras e iscas artificiais de meia água.

Dicas:
O pescador deve ter muito cuidado ao manusear esse peixe, pois qualquer descuido pode acabar em acidente sério.


Pirarucu (Arapaima Gigas)
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Distribuição Geográfica:
Bacia Amazônica. Introduzido nos anos 60 e 70 nas barragens do nordeste e sudeste do Brasil.


Descrição:
Corpo de forma cilíndrica, largas e imbricadas escamas, e cor quase negra no dorso e avermelhada escura pelos flancos. A intensidade das suas cores entretanto varia, em função do tipo de águas em que o peixe se encontra. Em águas mais lodosas, as cores tendem mais para o escuro, enquanto que em águas claras ficam mais pálidas. E já nas barrentas ficam mais avermelhadas. De olhos amarelados e de pupila azulada, um tanto salientes, mexem-se continuamente, como se o peixe de modo curioso estivesse observando tudo que em sua volta passa. A sua desenvolvida língua tem um osso na parte interna, acompanhando o seu formato chato e arqueado, e recoberto de conezinhos esmaltados e resistentes.

Ecologia:
O Pirarucu, ao lado das Piraíbas, é um dos maiores peixes que encontramos nos rios brasileiros. Chega a aproximadamente 3 metros e um peso médio, quando adulto de 80 kg., embora haja relatos mais antigos de exemplares de até 150 kg.
Como particularidade pode-se citar o hábito de subirem de tempos em tempos à superfície para, quando não perturbados, abrirem a boca para absorver uma certa quantidade de ar, realizando assim uma respiração suplementar à da branquial (caso isto não ocorra, ele morre afogado). Este fato, torna sua localização fácil, aumentando assim, a pesca predatória indiscriminada, pois sua carne é bastante deliciosa, e devido a isso quase foi extinto pelos pescadores profissionais. Felizmente hoje ja pode ser reproduzido em cativeiro. O pirarucu é considerado o "bacalhau" brasileiro, depois de capturado ele é dividido em 2(duas) "mantas" e salgado e colocado no sol; Costume este introduzidos pelos portugueses desbravadores(e destruidores) da Amazônia brasileira.
O Pirarucu deposita as ovas no fundo dos lagos ou no leito dos rios, em águas paradas, em covas que abre na areia. O Macho toma conta dos filhotes.
A sua pesca, devido ao seu tamanho, é bastante esportiva. Deve ser sempre solto, de modo a espécie seja preservada nos seus locais de origem.

Os índios e ribeirinhos da Amazônia se utilizavam a língua para transformá-la em lima e geralmente utilizada para ralar o guaraná

Equipamentos:
É um peixe de grande porte e que precisa de cuidados especiais. Material pesado(varas e linhas para o mínimo de 50 kgs), Utilize sempre anzol circular, evite assim que o peixe engula o anzol, o que é fatal.

Iscas:
O Pirarucu engole tudo que encontra pela frente, pequenos peixes, caranguejos, insetos, batráquios e anfíbios, assim o pescador deve usar o que encontrar mais facilmente. Iscas artificiais de meia-água.


Tambaqui (Colossoma macropomum)

Distribuição Geográfica:
Bacia Amazônica.

Descrição:
Peixe de escamas; corpo romboidal; nadadeira adiposa curta com raios na extremidade; dentes molariformes e rastros branquiais longos e numerosos. A coloração geralmente é parda na metade superior e preta na metade inferior do corpo, mas pode variar para mais clara ou mais escura dependendo da cor da água. Os alevinos são cinza claro com manchas escuras espalhadas na metade superior do corpo. O tambaqui alcança cerca de 90cm de comprimento total. Antigamente eram capturados exemplares com até 45kg. Hoje, por causa da sobrepesca, praticamente não existem indivíduos desse porte.

Ecologia:
Espécie migradora, realiza migrações reprodutivas, tróficas e de dispersão. Durante a época de cheia entra na mata inundada, onde se alimenta de frutos/sementes. Durante a seca, os indivíduos jovens ficam nos lagos de várzea onde se alimentam de zooplâncton e os adultos migram para os rios de águas barrentas para desovar. Nessa época, não se alimentam, vivendo da gordura que acumularam durante a época cheia. Uma das espécies comerciais mais importantes da Amazônia central.

Equipamentos:
Os equipamentos mais recomendados são do tipo médio/pesado, e pesado para os grandes exemplares. As linhas devem ser de 17, 20, 25 e 30 lb. Deve-se usar empates curtos, por causa dos dentes e da boca pequena do tambaqui. Os anzóis devem variar do n° 2/0 a 8/0.

Iscas:
As iscas devem ser frutos da região, as preferidas pela espécie, e minhocuçu.

Dicas:
Mantenha as iscas sempre em suspensão.


Trairão - Aimara - Giant trahira (Hoplias  macrophthalmus)

Distribuição Geográfica:
América do sul: Bacia Amazônica, Bacia do Orinoco, e rios costeiros da Guiana, Suriname e Guiana Francesa.

Descrição:
Peixe de escamas; corpo cilíndrico. Pode atingir 20kg e mais de 1m de comprimento total, mas exemplares desse porte são difíceis de encontrar. A coloração é quase negra no dorso, os flancos são acinzentados e o ventre esbranquiçado. Possui a lígua lisa, sem dentículos.

Ecologia:
Espécie piscívora, muito voraz. Vive na margem dos rios e de lagos/lagoas em áreas rasas com vegetação e galhos.

Equipamentos:
Equipamento médio/pesado; linhas de 17, 20 e 25 lb.; anzóis de n° 6/0 a 8/0, encastoados com arame ou cabo de aço recapado de 50 a 100 lb.

Iscas:
Iscas naturais, como pedaços de peixes (cachorra, matrinxã, curimbatá etc.). As iscas artificiais também são muito utilizadas, principalmente os plugs de superfície e meia água, spinnerbaits e colheres.

Dicas;
Muito cuidado ao retirar o anzol da boca do trairão porque a mordida é forte e os dentes afiados.